A resposta curta: o produto não é o problema
O ácido hialurônico, por si só, não deixa ninguém com cara de preenchido. O aspecto artificial que muita gente teme vem de duas situações: excesso de volume ou volume no lugar errado. Quase sempre, as duas aparecem juntas.
O mesmo gel pode ser usado para inflar uma região ou para devolver apoio ao rosto. A diferença está no planejamento: o que a avaliação encontrou, onde o produto entra, em que ordem e em que quantidade. É isso que separa um rosto pesado de um rosto com naturalidade.
Por isso a pergunta mais útil não é "ácido hialurônico deixa o rosto artificial?", e sim "o que precisa acontecer para o resultado continuar parecendo você?".
De onde vem o aspecto artificial
Os resultados artificiais costumam ter origens parecidas. Nenhuma delas é do produto em si.
Tratar a consequência, e não a causa
Um sulco preenchido quando a causa estava na maçã do rosto que desceu tende a deixar a região mais cheia do que deveria. O sulco muda, mas o rosto pesado aparece, porque o apoio continua faltando mais acima.
Somar correções ao longo dos anos
Um preenchimento pontual aqui, outro ali, cada um decidido sozinho. As aplicações isoladas por região mudam uma área sem considerar o resto, e com o tempo o conjunto perde proporção. Nenhuma decisão parece grande, mas a soma pode ser.
Ignorar o movimento
O rosto não é uma foto. Volume em excesso em áreas de muita expressão, como ao redor da boca, fica evidente quando a pessoa fala e sorri, mesmo que pareça bem em repouso.
O que é um resultado natural
Resultado natural não é resultado invisível. É um rosto com mais apoio e mais frescor, em que as pessoas percebem que você está bem, mas não conseguem apontar o que mudou.
No trabalho do Dr. Fred Fortes, isso tem um critério simples: preservar a identidade. Os traços que sempre foram seus continuam lá, um pouco mais definidos, e o rosto segue reconhecível para você e para quem convive com você. O objetivo é rejuvenescer sem deixar de ser você.
Outra marca da naturalidade é o tempo. Um resultado que só funciona na primeira semana não interessa. O que o Dr. Fred busca é um rosto que consiga envelhecer bem ao longo dos anos.
"Não é sobre preencher. É sobre arte: respeitar o que cada rosto tem de único."
Dr. Fred Fortes
Sustentação em vez de volume
O principal cuidado contra o aspecto artificial é a prioridade do tratamento. No Protocolo N3F®, a prioridade é sustentação, e não volume.
O ácido hialurônico é colocado primeiro nos pontos profundos de apoio, junto aos ligamentos que sustentam o rosto. Essa reposição estrutural devolve a base. Em seguida vem o reposicionamento: com apoio por baixo, o que desceu volta para uma posição mais alta, e é daí que vem o efeito lifting. Só depois entra o desenho fino, para o resultado ficar natural e não pesado.
Essa ordem muda a lógica do tratamento. Em vez de adicionar volume onde a pessoa vê o problema, o plano devolve apoio onde o problema começa. Para entender melhor essa perda de apoio, veja como o rosto muda com o passar dos anos.
A quantidade é definida pela avaliação
Outro ponto que protege a naturalidade é a quantidade. No Protocolo N3F®, ela é a que o rosto pede, definida na avaliação facial, e não numa tabela fixa por região.
O plano individual olha a face inteira e distribui o produto de acordo com o que cada região perdeu. Há rostos que precisam de estrutura antes de qualquer outra coisa, e há rostos que ainda não precisam de nada. Se não fizer sentido aplicar nada no dia da avaliação, nada é aplicado. Leia mais sobre isso em existe uma quantidade ideal de ácido hialurônico para cada rosto.
Acompanhar para não acumular
O aspecto artificial também pode surgir com os anos, quando retoques se acumulam sem um plano por trás. O protocolo foi desenhado para evitar isso. Depois da reestruturação, há retorno em 60 dias para os ajustes finos, com tudo acomodado. Depois, manutenção anual com cerca de um terço da quantidade inicial, ajustada ao momento de cada paciente.
A lógica é trabalhar com menos produto a cada visita, porque a base já foi construída. Como o Dr. Fred resume: "Eu não vendo seringa. Eu vendo resultado e recorrência."
Qualquer que seja o caminho escolhido, alguns critérios valem para todas as pacientes: confirmar que o produto tem registro na Anvisa, que a aplicação é feita por profissional habilitado e que existe uma avaliação do rosto inteiro antes de qualquer aplicação. No Protocolo N3F®, o ácido hialurônico usado é o UP Contour, da Ilikia. A avaliação acontece na Clínica N3F, no Brooklin, em São Paulo, ou no atendimento periódico em Florianópolis.
